quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Articulações para eleição movimentam os bastidores da política em São João do Paraíso



Desde que foi impugnado o registro da candidatura da prefeita eleita Mônica Cristine e decretada a realização de eleição extemporânea para o próximo dia 07 de Abril, as articulações em busca do melhor nome para cada grupo político de São João do Paraíso movimentam os bastidores.
O pontapé foi dado na eleição da presidência da Câmara de Vereadores, quando ocorreu uma série de tentativas de acordo, já que o eleito assumiria interinamente o comando do município. Por isso, as bases de muitos partidos foram estremecidas com o “pula pula” dos líderes políticos. Agora, a bola da vez são as articulações para compor as chapas para disputar a eleição extemporânea do dia 07 de abril. Vários nomes estão na mesa, resta saber quem vai aliar-se a quem e o quanto custará cada escolha?
Prefeito interino Branquinho (PT), até então da base do ex-prefeito Manoel Capuchinho, já que foi eleito em sua coligação, trabalha a viabilização de sua candidatura, para isso, deu uma grande renovada no secretariado da Prefeitura e busca apoio para formar um grupo que lhe dê sustentação na campanha.
Pelo lado da prefeita eleita e cassada Mônica Mendes, fala-se em quatro nomes: o então vice e ex-vereador César Lagarto (DEM), o comerciante Amadeu Chagas (PMN), o vereador Zezinho de Mabel (PMN) e o seu esposo Cidinho (PMN). É certo que a chapa será formada com dois desses nomes, resta saber agora qual será o critério a ser usado para a escolha?
Na borbulha das articulações, surgiu o nome do empresário Antônio Pinto (PSDB), que poderá assumir a cabeça da chapa tucana. “Tenho um projeto sério para São João do Paraíso, voltado para o novo, sem vícios políticos e sem vínculos com A ou B”, disse Dr. Antônio para a reportagem.
Enquanto a política vive momento de indefinições, a preocupação da população é com a forte crise de desemprego que assola a cidade desde o fechamento de várias empresas, especialmente reflorestadoras. E para piorar ainda mais a situação, os bloqueios do FPM da prefeitura resultaram no cancelamento de serviços e na total paralisação de investimentos em infraestrutura.
Diante disso, os grupos políticos, além de escolher um bom candidato, terão que apresentar um programa de governo para encarar esses problemas de forma eficaz, caso contrário, o município permanecerá no ostracismo.
Agora é aguardar o surgimento dos nomes.


Redação Drika Chagas 
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